
"2009/05/19 - A Academia Americana de Medicina Ambiental (AAMA) levantou sérias dúvidas quanto à segurança dos transgénicos em termos da saúde humana e pediu uma moratória imediata à sua venda.
A AAMA analisou a ciência disponível e concluiu que "a relação entre os transgénicos e efeitos negativos na saúde é mais do que uma mera coincidência", e que a ligação causa-efeito "é confirmada em vários estudos em animais". Ainda segundo a AAMA, os riscos para a saúde são sérios e incluem a infertilidade, desregulação imunitária, envelhecimento acelerado, desregulação de genes associados à síntese do colesterol, à regulação da insulina, à comunicação celular e à síntese proteica, e ainda alterações hepáticas, renais e gastrointestinais.
A Dra. Jennifer Armstrong, presidente da AAMA, afirmou: "Os médicos provavelmente estão a encontrar estes efeitos nos seus doentes, mas não sabem colocar as questões correctas". Face a esta realidade a AAMA pediu a realização de estudos científicos independentes sobre as consequências de longo prazo dos transgénicos na saúde humana, para além de rotulagem generalizada. "
http://www.stopogm.net/?q=taxonomy/term/35
A AAMA analisou a ciência disponível e concluiu que "a relação entre os transgénicos e efeitos negativos na saúde é mais do que uma mera coincidência", e que a ligação causa-efeito "é confirmada em vários estudos em animais". Ainda segundo a AAMA, os riscos para a saúde são sérios e incluem a infertilidade, desregulação imunitária, envelhecimento acelerado, desregulação de genes associados à síntese do colesterol, à regulação da insulina, à comunicação celular e à síntese proteica, e ainda alterações hepáticas, renais e gastrointestinais.
A Dra. Jennifer Armstrong, presidente da AAMA, afirmou: "Os médicos provavelmente estão a encontrar estes efeitos nos seus doentes, mas não sabem colocar as questões correctas". Face a esta realidade a AAMA pediu a realização de estudos científicos independentes sobre as consequências de longo prazo dos transgénicos na saúde humana, para além de rotulagem generalizada. "
http://www.stopogm.net/?q=taxonomy/term/35
A AAMA também só diz o que lhes convém e quando convém. Já à mais de 10 anos que os OGM são postos em causa. Por exemplo, um artigo de 1998 publicado na revista Natural Toxins por Nagui H. Fares e Adel El-Sayed, demonstrava que quando os ratos eram alimentados com batatas trangénicas, os seus intestinos começavam a falhar a medio prazo. E tal como este, existem muitos mais estudos e artigos publicados. Logo, estes senhores têm alguma razão, mas não nos dão novidade nenhuma.
ResponderEliminarPara os OGM funcionarem, terão que ser impostos limites e leis explicitas, quer na sua divulgação, quer na produção. Ja existem alguns, mas acabam sempre por ser manipulados e ignorados pelos produtores e multinacionais. E a maior falha dos OGM é aqui: a falta de controlo, tendo como consequência os efeitos secundários referidos. Se isto fosse corrigido (o que implicaria ignorar as multinacionais e pôr de parte os interesses politicos e económicos relacionados), acredito que estes efeitos já não existiriam, ou pelo menos seriam diminuidos.
Agora quanto à frase "Os médicos provavelmente estão a encontrar estes efeitos nos seus doentes, mas não sabem colocar as questões correctas". Muito possivelmente os doentes não sabem que consomem trangénicos, uns por pura ignorância e outros por serem cobaias sem saber, pois muito possivelmente, alguns OGM, apesar das polémicas, já estão no mercado à já um bom tempo, nos produtos embalados, latas de conserva e etc.. Logo quais serão as questões correctas, se não se tem a certeza de onde estão os OGM e muito menos dos efeitos nefastos de cada um?
Mas enfim, os OGM não são o papão, mas também não são nenhuma solução.